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sábado, 21 de agosto de 2010

nova fazer 2011

Vídeo mostra suposta Yamaha Super Ténéré

Super Tenere

Maxitrail da marca dos diapasões estaria equipada com propulsor de 1200 cm³

A BMW 1200 GS que se cuide, pois a Yamaha apresentará uma grande moto para enfrentar a maxitrail alemã. Não é de hoje que escutamos falar sobre o lançamento da Super Ténére, que deve ocorrer nos próximos meses.

Continue reading ‘Vídeo mostra suposta Yamaha Super Ténéré’

Híbrido da Peugeot é versátil e econômico

img27413 1263466414 v580x435 Híbrido da Peugeot é versátil e  econômico

No Brasil pouca gente sabe que a francesa Peugeot também fabrica veículos de duas rodas. São cerca de 40 modelos entre scooters e motocicletas, de 50 a 500 cm³ de capacidade cúbica. Continue reading ‘Híbrido da Peugeot é versátil e econômico’

Parceira da Dafra lança Apache 180 com ABS

tvsapachertr180 1 640x408 Parceira da Dafra lança Apache 180 com  ABS

Novidade da TVS foi apresentada no Auto Expo, em Nova Delhi, na Índia

Após a Honda lançar com pioneirismo o sistema de ABS — anti-lock braking system — em motos de 300 cm³, a TVS dá um passo além. Continue reading ‘Parceira da Dafra lança Apache 180 com ABS’

Suzuki lança versão Iron da GSR 600

suzigsr600iron 1 640x408 Suzuki lança versão Iron da GSR 600

Naked da marca japonesa tem motor de 599 cm³ e potência de 98 cv

O segmento das naked de média cilindrada no Brasil está cada vez mais aquecido e disputado, já temos diversos modelos e novos ainda virão. Continue reading ‘Suzuki lança versão Iron da GSR 600′

Acabou o segredo!!! Fotos Reais da nova Fazer 2011

fazer2010 2 Acabou o segredo!!! Fotos Reais da nova Fazer 2011

Nova Fazer 2011

Agora não é mais segredo as novas fotos da nova Yamaha YS 250 Fazer 2010/2011, mostram a motocicleta por inteiro completa e pronta para rodar. Continue reading ‘Acabou o segredo!!! Fotos Reais da nova Fazer 2011′

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Yamaha: Novidade na Fazer 2011

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ayamahafz16md

Modelo Yamaha FZ16 de 150 cc que pode servir de molde para a Fazer em 2010


A Yamaha não divulga, mas é quase certo que a “Fazer 16″, produzida na Índia, sirva de modelo para a próxima moto média da fábrica azul japonesa, substituindo a Fazer 250, para ser futura concorrente do modelo CB 300R, que fez despencar as vendas da Fazer 250, num primeiro momento.

A marca também pode revelar-se com audácia (tomara), lançando mais alguns modelos: uma nova motoneta no lugar da antiga Neo 115; uma custom 250 ou 300 cc; uma 400 ou 450 cc para ocupar o lugar da Falcon e uma 150cc injetada para se situar no mercado das pequenas com mais competitividade.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Fazer 2010

fazer20101 Fazer 2010

A Fazer 2010 tem sido um dos modelos mais esperados do mercado motociclístico, isso porque sua aparência demonstra perfeitamente as inovações propostas pela Yamaha. A previsão de lançamento no Brasil é para o segundo semestre desse ano, mas na Ásia a moto já está sendo comercializada.

fazer20102 Fazer 2010

A Nova Yamaha Fazer 2010 conta com um design atraente, combinando traços esportivos e um farol dinâmico na parte da frente. Com um sistema de injeção eletrônica, o modelo se mostra mais econômico em matéria de combustível e libera menos gases poluentes. O motor quatro tempos é revestido de cerâmica e adota a tecnologia típica da Yamaha.

fazer20103 Fazer 2010

Conforto e originalidade estão presentes na Fazer 2010, seu painel tem dois mostradores analógicos e um display completo em todos os sentidos. A moto chega ao Brasil com a estimativa de preço de R$11.500,00.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Yayamaha V-Max vermelha chega aos Estados Unidos

O modelo 2010 da lendária Yamaha V-Max trouxe a inédita cor vermelha metálica como única opção à venda nos Estados Unidos.

Chamada de Star V-Max no mercado norte americano, a V-Max deve ser lançada no Brasil no Salão Duas Rodas, que acontece em outubro.

Yamaha revoluciona com a nova YZ 450F

YZ450F2010_

Um dos lançamentos mais aguardados para os amantes do motocross acaba de ser apresentado pela Yamaha. Após muitos boatos de como seria a nova YZ 450F, finalmente, a marca dos diapasões nos deus a resposta. A motocicleta foi totalmente reformulada e passa a contar com um novo propulsor monocilíndrico injetado que foi girado 180º, em relação a posição anterior, o que faz a saída de escape ficar virada para trás, enquanto a admissão do ar fica na frente.

Desse modo, o sistema fica em uma posição diferente da habitual nas concorrentes. Para que isso fosse possível, a Yamaha teve de realizar mudanças profundas na máquina, inclusive, em seu chassi, que tornou-se um quadro bilateral. O visual ficou próximo ao de sua irmã menor, a YZ 250F, apresentada recentemente. Todas as informações sobre a nova YZ 450 estarão na edição de outubro da MOTO VERDE (nº 17).

Agilidade é marca registrada de Honda CB 300R e Yamaha Fazer YS 250

Qual é a melhor street de média cilindrada, a recém-lançada Honda CB 300R ou a veterana Yamaha YS 250 Fazer? Na hora da compra, outras dúvidas também habitam o imaginário dos motociclistas em ascensão: uma moto totalmente nova, com design arrojado e maior capacidade cúbica ou um modelo seguindo linhas tradicionais — “moto com cara de moto” –, equipada com um pioneiro motor de 250cc injetado.

Para iniciarmos a comparação entre as motos, “escaneamos” os dois modelos para verificar suas diferenças visuais. De cara, a CB 300R apresenta um design mais jovial e inspirado nas naked de maior cilindrada (CB 600F Hornet e CB 1000R). Chama atenção a pequena carenagem que envolve o farol e, consequentemente, o painel de instrumentos com display digital e ponteiro para acompanhar as rotações do motor. Além disso, a rabeta é minimalista, mais afilada, com a lanterna embutida e alças em alumínio para o apoio do garupa.

Já a Fazer 250 tem farol sem moldura, velocímetro e conta-giros analógicos (dois mostradores com ponteiros) e um pequeno display de cristal líquido que informa o nível de combustível, além de hodômetro total e dois parciais. Na parte traseira, o grande destaque são os piscas integrados à lanterna. O conjunto oferece excelente visualização, principalmente na indicação das mudanças de direção. Desde o seu lançamento, em 2005, já foram produzidas 142.790 unidades da Fazer 250, fazendo dela um sucesso de vendas no Brasil e também no exterior, já que a Yamaha do Brasil é polo exportador da Fazer 250 para todo o mundo.

compara_street_tras

MOTOR
O modelo Honda está equipado com motor monocilíndrico, com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC), com quatro válvulas e equipado com injeção eletrônica de combustível. Com 291,6 cm³ de capacidade cúbica, o propulsor gera 26,53 cv a 7.500 rpm de potência máxima e torque máximo de 2,81 kgfm a 6.000 rpm. Na cidade, o consumo de combustível gira na casa dos 25 km/l.

Já o propulsor da Fazer 250 tem 249 cm³, conta com comando de válvulas simples no cabeçote (OHC). Alimentado por injeção eletrônica, gera 21 cv de potência máxima a 8.000 rpm e 2,10 kgfm a 6.500 rpm de torque máximo. Mais econômica, a street da Yamaha faz cerca de 29 km/l na cidade.

No resumo da ópera, ambos os motores trabalham de forma linear e oferecem força em baixas e médias rotações — neste quesito, há uma leve vantagem para a CB 300R, em função de seu torque maior atingido em uma rotação mais baixa. Porém, o propulsor da Fazer de comando simples vibra menos, é mais econômico e foi o primeiro a adotar a injeção eletrônica de combustível. Boas de curvas e de retas, os modelos alcançaram 130 km/h.

CICLÍSTICA E CONFORTO
Na parte ciclística, nenhuma novidade. A Honda utiliza garfo telescópico com 130 mm de curso e freio a disco simples de 276 mm de diâmetro e pinça de duplo pistão, na dianteira. Na traseira, suspensão monoamortecida com 105 mm de curso e freio a tambor.

Na moto Yamaha, garfo telescópico e, na traseira, monoamortecedor, ambos com 120 mm de curso. O curso igual entre as suspensões é uma marca registrada da família Fazer. A street da Yamaha está equipada com freio a disco simples dianteiro de 282 mm de diâmetro e pinça com dois pistões. Na traseira, o tradicional tambor de 130 mm.

Em relação à suspensão, a Fazer leva vantagem sobre a CB, já que na traseira tem 120 mm de curso, contra 105 mm da Honda. No geral, a CB 300R é mais firme, enquanto a Yamaha absorve com mais propriedade as imperfeições do solo. Com relação aos freios, em ambos os casos são eficientes e estão de acordo com a proposta urbana dos modelos.

Apesar da Fazer ser um projeto mais antigo, a moto é mais confortável que a recém-lançada CB 300R. O banco em dois níveis, o desenho do tanque e a posição das pedaleiras fazem o piloto se encaixar melhor na moto da Yamaha. No modelo da Honda, o corpo do motociclista fica projetado mais para frente.

Uma característica marcante destes modelos é sua agilidade, principalmente nas mudanças de direção. Em função de sua maior potência e torque, a CB 300R larga na frente quando a luz verde do semáforo se acende. Porém, a Fazer se destaca pelo maior ângulo de esterço.

Realmente é uma difícil escolha entre uma novidade (CB 300R) e um conjunto bastante equilibrado (Fazer 250). Para acirrar esta briga, esperamos que a Yamaha apresente logo uma Fazer 300, com design mais radical e com um motor que ofereça mais potência e torque. Como ainda não temos bola de cristal — apesar de fotos de uma nova Fazer já circularem pela internet — a moto da Yamaha ainda oferece bom custo benefício e maior economia. Além disso, na cidade de São Paulo (SP) a CB 300R é vendida acima da tabela a R$ 12.500, enquanto a Fazer 250 é comercializada por preço abaixo do valor estipulado: R$ 10.600.

OBRIGADOO POR VISITAR MEU BLOG!!!BJOS!!!ReNAtInHa

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

YAMAHA XTZ 250

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XTZ 250 Lander 2009

Arthur Caldeira

Com um pouco de atraso em função da queda nas vendas no último trimestre de 2008, a Yamaha lança somente agora, em fevereiro, os modelos 2009 de sua linha XTZ 250 — a trail Lander e a supermotard “X” — já atendendo à nova regra de emissão de poluentes e também com algumas novidades visuais.

Para fazer com que os novos modelos poluam menos e se adequem ao Promot 3, a montadora instalou em ambos uma sonda Lambda, que monitora os gases do escapamento e corrige eventuais falhas por meio da central eletrônica que fiscaliza o sistema de injeção de combustível, e também um novo catalisador.

No design, a trail Lander traz apenas novos grafismos e uma cor vermelha mais viva e atraente. Mas na supermotard XTZ 250X, a grande novidade é a inédita cor laranja, somando-se à preta mais sóbria.

Aproveitando-se do “gancho”, como se diz no jargão jornalístico, testamos os dois modelos para descobrir as qualidades e limitações de cada um dos segmentos. Afinal, com a mesma motorização é comum os motociclistas ficarem na dúvida sobre qual escolher: uma versátil trail de uso misto ou uma urbana supermotard com visual radical?

Motor: desempenho e consumo iguais

Tanto a XTZ 250 Lander como a XTZ 250X são equipadas com o mesmo monocilíndrico de 249 cm³, duas válvulas, comando simples no cabeçote (SOHC), com refrigeração mista (ar e radiador de óleo).

Alimentado por injeção eletrônica de combustível, gera 20,8 cavalos de potência máxima a 8.000 rpm e torque máximo de 2,09 kgf.m a 6.500 rpm nesse modelo 2009. A redução de desempenho em relação ao modelo 2008 (que tinha 21 cv e 2,1 kgf.m) é imperceptível na prática.

O propulsor tem desempenho bastante satisfatório para sua capacidade e o sistema de injeção eletrônica garante um funcionamento bastante linear. Em conjunto com o câmbio de cinco velocidades aproveita-se melhor o torque disponível, exigindo menos trocas de marchas, tanto em subidas como em ultrapassagens na estrada.

Alguns motociclistas criticam a opção da Yamaha em não equipar seus modelos 250cc com seis marchas. Seja no uso em cidade ou em estradas a sexta marcha não chega a fazer falta.

Outra vantagem desse propulsor injetado é sua economia de combustível — respeitando-se o limite de giros do motor, chegamos a percorrer 35 km com um litro de gasolina. Por outro lado, se girarmos o acelerador com vontade, “esticando” as marchas, ou rodando em estradas a velocidade de 120 km/h, o consumo pode cair para 27 km/l.

Outro detalhe importante, mas que não vai ajudar em nada na hora de escolher a sua: o consumo independe do modelo. Seja na Lander ou na “X” o que conta mesmo é a maneira de pilotar.

Ciclística, a grande diferença

Se no quesito desempenho e consumo, a trail e a supermotard de 250cc da Yamaha são semelhantes, o conjunto ciclístico guarda as grandes diferenças, que podem influenciar na escolha.

Ambas compartilharem o mesmo quadro — berço duplo em aço — e o mesmo conjunto de suspensões — garfo telescópico, na dianteira, e balança monoamortecida, na traseira — as rodas de tamanhos diferentes e os pneus distintos alteram bastante a pilotagem e denunciam a proposta diferente de cada uma delas.

A Lander tem rodas de ferro, aro 21 polegadas na frente e 18 atrás como grande parte das motos trails, calçadas com pneus Metzeler Enduro 3 de uso misto. Já a XTZ 250X usa rodas de alumínio, aro 17 na dianteira e na traseira, ambas equipadas com pneus Pirelli Sport Demon de perfil mais esportivo, característica dos modelos supermotard.

As rodas e pneus diferentes mudam completamente a proposta delas. A trail é mais versátil: enfrenta tanto as imperfeições do asfalto da cidade, como percorre com segurança estradas de terra com buracos e poças. Enquanto isso a supermotard tenta reunir o melhor dos dois mundos; street e trail. Como tem os mesmos cursos das suspensões que a Lander — 240 mm, na frente, e 220 mm, atrás —, também ultrapassa valetas e lombadas urbanas sem problemas, mas enfrenta certa dificuldade em estradas de terra muito esburacadas, em função de suas rodas menores.

Os pneus de desenho mais street também dificultam a pilotagem na terra, pois estão mais sujeitos à “escapadas” em curvas ou frenagens. Por outro lado, no cenário urbano e asfaltado, a “X” esbanja agilidade pra cima da Lander. Suas rodas menores facilitam as mudanças bruscas de direção e permitem ao piloto contornar curvas com mais facilidade. Atividade dificultada pelo aro 21 na dianteira da trail, que exige mais esforço do piloto para deitar a moto em curvas fechadas.

Questão de gosto, uso e bolso.

Analisando friamente Lander e 250X, bastaria ao motociclista definir o uso para tomar a decisão. Porém, a escolha de uma motocicleta envolve muitos outros fatores não tão objetivos. Como por exemplo, o aspecto visual.

Basta bater o olho nas duas para chegar à conclusão que o visual da “X” é mais impactante. Do motor, com o bloco e as tampas laterais pintadas em preto, até a lanterna traseira com LEDs e o arrojado suporte de placa, a versão supermotard é mais bonita. Tem ainda belos protetores de bengala em plástico rígido e o escapamento todo pintado em preto fosco. A nova cor laranja também chamou a atenção por onde passou. Não que a Lander seja feia. Mas é simplesmente mais convencional que a X. Ou seja, uma trail sem muitas firulas.

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Versão supermotard XTZ 250X

Porém, motos com pneus de uso misto e pára-lama alto também têm seus fãs. Passam uma imagem mais aventureira, além da sensação de se poder ir com a Lander para qualquer lugar. Na prática, a trail pode realmente enfrentar qualquer caminho – uma estrada de terra até o sítio, uma trilha leve até uma praia deserta ou uma cachoeira afastada… Situações em que a supermotard mostra suas limitações.

Outro ponto (bastante) positivo a favor do modelo de uso misto é seu menor “peso” no bolso do consumidor. Enquanto a trail XTZ 250 Lander, ano e modelo 2009, tem preço público sugerido de R$ 12.331,00, a versão supermotard XTZ 250X custa R$ 13.266,00. A diferença de quase R$ 1.000,00 justifica-se pelas rodas de alumínio e também pelos detalhes do acabamento mais refinado.

Com desempenho tão semelhantes, escolher entre a trail ou a supermotard de 250cc é bastante difícil. A decisão vai depender do gosto do motociclista e do uso que fará da moto. Sem falar na quantia que tiver em sua conta bancária.

Ficha Técnica

Motor: Monocilíndrico, SOHC, 2 válvulas, arrefecido a ar com radiador de óleo

Capacidade cúbica: 249 cm³

Potência máxima (declarada): 20,8 cv a 8.000 rpm

Torque máximo (declarado): 2,09 kgf.m de torque a 6.500 rpm

Câmbio: Cinco marchas

Transmissão final: Por corrente

Alimentação: Injeção eletrônica

Partida: Elétrica

Quadro: Berço semiduplo

Suspensão dianteira: Garfo telescópico com 240 mm de curso

Suspensão traseira: Balança monoamortecida links com 220 mm de curso

Freio dianteiro: Disco de 245 mm de diâmetro

Freio traseiro: Disco de 203 mm de diâmetro

Pneus: 110/70-17 (d)/ 130/70-17 (t) (250X) – 80/90-21 (d)/ 120/80-18 (t) (Lander)

Comprimento: 2.096 mm (X)- 2.125 mm (Lander)

Largura: 830 mm

Altura: 1.163 mm (X) – 1.180 mm (Lander)

Distância entre-eixos: 1.390 mm

Distância do solo: 225 mm (X) – 245 mm (Lander) Altura do assento: 870 mm (X) – 875 mm (Lander)

Peso em ordem de marcha: 143 kg (X) – 142 kg (Lander)

Tanque de combustível: 11 litros Cores: Laranja e preta (X) – azul, vermelha e preta (Lander)

Preço sugerido: R$ 13.266,00 (X) – R$ 12.331,00 (Lander)

ESPERO Q GOSTEM DE TUDO!!!mundo das motos para VOÇÊ!!!ReNaTa

YAMAHA XT660R

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Yamaha XT660R 2009 Vermelha

A principal das mudanças é, sem dúvida, a adição da sonda lambda ao sistema de injeção eletrônica, que é praticamente uma exigência para manter as motos dentro dos padrões estabelecidos pela PROMOT 3. O desempenho do motor não foi alterado, permanecendo com 5,95 kgf.m de torque a 5.250 rpm e a potência máxima de 48 cv a 6.000 rpm. Outra mudança foi na cor: Saiu a Azul e entrou a Vermelha. Uma tendência da marca.

Certamente é uma moto muito aguardada, pois possui bom desempenho e está em uma faixa de preço com poucos concorrentes.

O preço sugerido é de quase R$ 27.300,00, mas eu acho que deve chegar as concessionárias por volta de R$ 25.000,00.

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APROVEITEM O BLOG MUNDO DAS MOTOS...PARA VOÇÊ...Bjosss ReNaTa

yamaha YZF -R1

Agora não são mais apenas os grandes pilotos da Moto GP que tem o prazer de usufruir da tecnologia de ponta das motos Yamaha. A versão 2009 da YZF-R1 traz esses avanços para nós pobres mortais, ou pelo menos para aqueles sortudos que tem cacife pra bancar uma dessa na garagem.

A nova YZF-R1 representa o avanço mais significativo em tecnologia de chassi e motor nos 11 anos de história da motocicleta. Desde o lançamento da supermáquina, a R1 ganhou uma sólida reputação entre as superesportivas de grande cilindrada. O modelo 2009 incorpora um motor completamente novo e o visual inspirado na M1.

Yamaha XJ6 2010

Com a saída da MT 03 cresceu as esperanças no lançamento da XJ6 no Brasil, conheça um pouco mais da provável substituta da MT 03 em 2010: A XJ6 tem puro DNA Yamaha em todos os seus componentes, com atitude eficaz e divertida na cidade, sem carenagem para que todos a admirem. Esta XJ6 foi construída para grandes desafios urbanos com o assento baixo e leve no peso.

Significa que lhe dá mais confiança, mesmo quando circula entre o tráfego em baixa velocidade, por isso sente-se mais seguro quando a conduz. E quando se sente confortável numa moto, significa que se diverte mais. De dia ou de noite o motor da XJ6 está pronto para a cidade com uma soberba potência. O motor incansável - desde a admissão e mistura ar-gasolina até à combustão e escape - foi engenhosamente preparado para suaves prestações quando acelera, o que lhe dá confiança extra e divertimento. O quadro delgado e compacto combina perfeitamente com o motor, dando agilidade na direcção, impressionante segurança e tranquilizadora travagem. Esta é a XJ6: eficaz, segura e de confiança


Yamaha XJ6 - Poderá substituir a MT 03

Ficha Técnica Yamaha XJ6

Motor: -
Tipo: 4 tempos, 4 cilindros em paralelo, 4 válvulas, DOHC
Refrigeração: Refrigeração liquida
Cilindrada: 600 cc
Diâmetro X Curso: 65.5 x 44.5 mm
Taxa de compressão: 12.2 : 1
Potência máxima: 57.0 kW (78 cv) @ 10000 rpm
Binário máximo: 59.7 Nm (6.1 kg-m) @ 8500 rpm
Lubrificação: Cárter húmido
Alimentação: Injecção de combustível
Embraiagem: húmida, multiplos discos
Ignição: TCI
Arranque: Eléctrico
Transmissão: 6 velocidades
Transmissão final Por corrente
Depósito combustível: 17.3 Litros
Depósito óleo: 3.4 Litros
Chassis -
Chassis: Tubos Aço, Tipo "diamond"
Suspensão da frente: Forquilha telescópica
Curso susp. dianteira 130 mm
Suspensão traseira: Braço oscilante (monocross)
Curso susp. traseira 130 mm
Ângulo do "caster" 26º
"trail" 103.5 mm
Travão da frente: Duplo disco, Ø 298 mm
Travão traseiro: Disco, Ø 245 mm
Pneu frente: 120/70 ZR17M/C (58W) (tube less)
Pneu trás: 160/60 ZR17M/C (69W) (tube less)
Dimensões -
Comprimento (mm): 2120 mm
Largura (mm): 770 mm
Altura (mm): 1085 mm
Altura assento (mm): 785 mm
Distância entre eixos (mm): 1440 mm
Altura ao solo (mm): 140 mm
Peso a seco (kg): 205 kg

Galeria de Fotos Yamaha XJ6 Naked 2010

xj6amarela.jpg
Yamaha XJ6 Naked Amarela
xj6-acao.jpg
Yamaha XJ6 Naked Amarela
xj6_preta.jpg
Yamaha XJ6 Naked Preta
xj6_branca.jpg
Yamaha XJ6 Naked Branca

Abraçoss!! ReNaTa

Yamaha trouxe para o brazil a XT660Z

Essa notícia (um pouco atrasada, admito) certamente vai agradar aos apaixonados por longas viagens. A Yamaha trouxe para o Brasil a XT660Z Ténéré!

Ténéré 2009

Ténéré 2009



A moto, que foi lançada no final de 2007 na Europa, agora desembarca no Brasil para a alegria dos aventureiros de plantão. Foi flagrada circulando pelas ruas em algum lugar do Brasil e provavelmente estará em exposição no Salão Duas Rodas, em Outubro.
Nova Ténéré no Brasil

Nova Ténéré no Brasil

Nova Ténéré Flagrada no Brasil

Nova Ténéré Flagrada no Brasil

Pau para toda obra, o consagradíssimo motor monocilíndrico de 660cc que equipa a XT660 e a MT-03 agora aparece nessa novíssima big-trail. O motor gera 46,9 cv de potência a 6000 RPM e tem 5,9 kgf.m de torque a 5920… Números muito parecidos com os da XT e MT. Porém, as semelhanças acabam ai. O conjunto foi totalmente desenhado para permitir longas e confortáveis viagens e para encarar qualquer terreno facilmente, a começar pelo tanque, de 23 litros de capacidade, e que promete uma autonomia de mais de 500 km!

Ténéré 2009

Ténéré 2009

As suspensões dianteira e traseira, ambas reguláveis, e a balança de alumínio são os destaques nesta moto, tudo para permitir grandes travessias em terrenos inóspitos, prova disso é a suspensão dianteira já vem com protetor sanfonado e o protetor de motor. Para parar, a moto conta com disco duplo flutuante na dianteira, mordidos por pinças da Brembo, e na traseira, um disco simples.

Visualmente, a moto gera muitas opiniões diferentes, uns gostam, outros nem tanto, mas há de de concordar que é uma máquina com cara de futurista, e que certamente vai balançar aos viajantes de plantão.

Escape duplo

Escape duplo

Veja mais algumas fotos:

Ténéré no deserto

Ténéré no deserto

Yamaha Ténéré por trás

Yamaha Ténéré por trás

Ficha técnica
Modelo Yamaha XT660Z Ténéré
Ano 2009
Categoria Enduro / offroad
Motor e transmissão
Cilindrada 660.00 cc 4 tempos monocilindrico
Potência 46.93 cv @ 6000 RPM
Torque 5.9 kgf-m @ 5920 RPM
Taxa de compressão 10.0:1
Diâmetro x Curso 100.0 x 84.0 mm
Alimentação Injeção Eletrônica
Comando SOHC
Ignição CDI/ECU
Partida Elétrica
Sistema de lubrificação Cárter seco
Refrigeração Liquida
Câmbio Sequêncial de 5 marchas
Medidas físicas
Peso incluíndo óleo e combustível 206.0 kg
Altura do acento 895 mm se ajustado no nível mais baixo
Altura 1,500 mm
Comprimento 2,260 mm
Largura 895 mm
Altura mínima do solo 260 mm
Chassis e dimensões
Tipo de Chassis Tubular de aço
Trail: 113 mm
Suspensão dianteira Telescópica de 210mm de curso com ajuste de mergulho e retorno
Suspensão traseira Balança com curso de 200mm e ajuste de tensão de mola, mergulho e
retorno
Pneu dianteiro 90/90-M21
Pneu traseiro 130/80-M17
Freios dianteiros Disco duplo flutuante de 298 mm
Freio traseiro Disco simples de 245mm
Outras especificações
Capacidade do tanque de gasolina 23 litros
E ai? o q acharam? ReNaTa

Yamaha YZ450F 2010

A Yamaha está para lançar uma moto que será revolucionária e ao mesmo tempo simples demais para se acreditar: A YZ450F.

Yamaha YZ450F 2010

Yamaha YZ450F 2010


A YZ450F já é um ícone entre os amantes de trilhas e de motocross, é uma das motos “off-road puro sangue” mais avançadas atualmente. E em 2010, a Yamaha lançou um novo conceito: O motor invertido.

Motor Invertido da Yamaha YZ450F 2010

Motor Invertido da Yamaha YZ450F 2010

Trata-se de uma nova configuração onde o cilindro é colocado de forma invertida, ou seja, o coletor de admissão fica na frente e o de escapamento fica para trás. Desta forma, aquela famosa “curva” de escapamento é eliminada, e com ela, vários problemas com refrigeração, distribuição de peso e complexidade na montagem. Para alimentar a máquina, existe um módulo de injeção direta de combustível totalmente eletrônico.

Quadro da Yamaha YZ450F 2010

Quadro da Yamaha YZ450F 2010

Fico imaginando como nunca ninguém pensou nisso antes…

Yamaha YZ450F 2010

Yamaha YZ450F 2010



SUPER MOTOS....MUNDO DAS MOTOS PARA VOÇÊ...BEEIJOSSS!!ReNaTa

Yamaha YZF-R1

Esta semana a Yamaha anunciou oficialmente o modelo 2010 da sua lendária R1, a super esportiva de 1000cc que a 12 anos faz a alegria dos alucinados por velocidade.

Yamaha YZF-R1 2010 Valentino Rossi LE

Yamaha YZF-R1 2010 Valentino Rossi LE


Lançada em 1998, a R1, como é popularmente conhecida, chegou para quebrar a barreira dos 300 km/h de velocidade final, antes só atingidos pelas grandes sport-touring como a CBR1100XX Blackbird, e ao mesmo tempo, proporcionar a esportividade das motos mais leves de 600cc da época, como a CBR 600 F3. Pela primeira vez uma moto fabricada em série atingiria a relação de peso-potência de 1:1 (1 cavalo para cada kilograma).

Yamaha YZF-R1 2010 Valentino Rossi LE

Yamaha YZF-R1 2010 Valentino Rossi LE

Depois de 12 anos, muita coisa mudou, mas de 1 ano para cá, nada mudou! A R1 continua tecnicamente igual ao modelo 2009, com o novo motor com tempos de ignição modificados graças ao novo acerto do virabrequim. A novidade de 2009 fica pelos novos grafismos da versão LE (Limited Edition), que é inspirado na M1 de Valentino Rossi.

Certamente um prato cheio para quem quer se sentir um piloto!

A versão “normal” começa a ser vendida ainda este mês e custará US$ 13.290, já a Edição Limitada só em Fevereiro do ano que vem, e custará US$ 14.500.

Yamaha V-MAX 2010

Ainda não fui no Salão, mas já dei uma lida por ai no que está acontecendo, e pelo que percebi, a grande novidade MESMO ficou por conta da Yamaha, com o lançamento oficial da V-Max 2010.

Yamaha V-Max

Yamaha V-Max



A V-Max apresentada no salão é a mesma 2009 lançada lá fora. Porém, desta vez ela virá com importação oficial da Yamaha, o que deve baratear um pouco seu preço por aqui, além de garantir peças de reposição mais rapidamente.
Yamaha V-Max

Yamaha V-Max

As especificações são as seguintes:

Motor:

Tipo: 4 cilindros em V a 65º de 1679cc, refrigerado a água, com comandos duplos acionados por corrente (DOHC), 4 válvulas por cilindro.
Diâmetro x Curso: 90.0mm x 66.0mm
Taxa de Compressão: 11.3:1
Alimentação: Injeção eletrônica com YCC_T e YCC-I
Ignição:TCI (CDI + ECU)
Câmbio: 5 marchas.
Transmissão secundária: Por eixo cardâ

Chassis

Suspensão dianteira: Garfo telescópico de 52mm com acabamento em titânio, totalmente ajustável em pré-carga, compressão e retorno, 4,7cm de curso.
Suspensão traseira: Amortecedor único com reservatório e ajuste remotos para pré-carga, compressão e retorno.
Freios dianteiros: Duplo disco wave de 320mm, pinças de 6 pistões montadas radialmente, da Brembo.
Freio traseiro: Disco wave simples e pinça de pistão simples, da Brembo.
Pneu dianteiro: Bridgestone® Radial 120/70-R18 59V
Pneu traseiro: Bridgestone® Radial 200/50-R18 76V

Dimensões

Comprimento: 239,5cm
Largura: 82cm
Altura: 118,9cm
Altura do banco: 77,5cm
Capacidade do tanque: 15,14 litros
Peso a seco: 174,6 kg

Preço: Ainda não tenho a informação oficial...

Yamaha YBR 2010

A Yamaha anunciou a versão 2010 da YBR poucos dias depois da Honda anunciar a sua linha para o próximo ano, e não há novidades!

Yamaha YBR 125 Factor ED 2010 Roxa

Yamaha YBR 125 Factor ED 2010 Roxa



A única coisa que mudou foi a cor da moto: Agora disponível na cor roxa, em detrimento das cores vemelha e azul de 2009.

A Yamaha já havia decepcionado alguns de seus potenciais clientes no ano passado, ao anunciar a YBR com “carburador eletrônico” em vez da tão esperada injeção eletrônica. Por outro lado, agradou a seus seguidores com o novo design e visual, que segundo a maioria, estaria muito a frente do que a Titan com aquela carenagem no farol de gosto muito duvidoso. Além disso, havia a opção de compra-la com rodas de liga-leve, opção que a Honda só colocará no mercado agora com a Titan EX.

A espectativa sobre a Yamaha era grande, pois acreditava-se que o fato de ela ter produzido a primeira moto injetada no Brasil, a Fazer 250, faria o norral necessário para trazer a tecnologia para as pequenas motos da marca. Mas o que se viu foram grandes adaptações para evitar que o equipamento fosse usado e ainda assim homologa-la nas normas da Promot 3. Agora em 2010, a YBR continua com carburador, e sua concorrente com injeção eletrônica bicombustível.

Bom, pelo menos o preço é mais justo né? Porque pagar R$ 8500,00 numa Titan…
A YBR ED (completa) custa hoje R$ 6650,00

Yamaha YBR 125 Factor ED 2010 Roxa

Yamaha YBR 125 Factor ED 2010 Roxa

Especificações técnicas

Comprimento total 1.980 mm
Largura total 760 mm
Altura total 1.080 mm
Altura do assento 780 mm
Distância entre eixos 1.290 mm
Altura mínima do solo 175 mm
Peso seco 112 Kg
Quantidade de cilindros 1 cilindro
Cilindrada usual 125 cc
Diâmetro x curso 54 x 54 mm
Taxa de compressão 10:1
Potência máxima 11,2 cv a 8.000 rpm
Torque máximo 1,13 kgf.m a 6.000 rpm
Sistema de partida Elétrica
Sistema de lubrificação Cárter úmido
Capacidade do óleo do motor 1,2 litros
Capacidade do tanque de combustível 13 litros
Alimentação BS 25 Mikuni (segundo estágio a vácuo)
Sistema de ignição Eletrônica Digital (CDI)
Bateria 12 V x 5,5 Ah
Transmissão primária Engrenagens
Transmissão secundária Corrente
Embreagem Multidisco banhado a óleo
Câmbio 5 velocidades, engrenagem constante
Chassi Diamond
Ângulo de cáster 26º20′
Trail 92 mm
Pneu dianteiro 2,75 - 18 42P Metzeler ME 22
Pneu traseiro 90/90 - 18 57P Metzeler ME 22
Freio dianteiro Disco de 245 mm de diâmetro
Freio traseiro Tambor de 130 mm de diâmetro
Suspensão dianteira Telescópica
Suspensão traseira Braço oscilante, 2 amortecedores, mola helicoidal, 5 regulagens de carga
Curso da suspensão dianteira 120 mm
Curso da suspensão traseira 105 mm
Painel de Instrumentos Velocímetro, hodômetro total e parcial, mostrador do nível de combustível, indicador de farol alto, indicador de pisca, luz de falha do sistema de ignição, indicador de neutro.
Cores prata, vermelha, preta, azul



bjossss!!!obg por visitar meu blogg..
ReNaTa

Yamaha MT-03


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A MT-03 da Yamaha foi especialmente projetada para um máximo desempenho dentro de centros urbanos e esta “street fighter” tem realmente muita força para encarar qualquer desafio das ruas e, ainda por cima, com muito estilo.

Ficamos quatro dias testando uma Yamaha MT-03 que nos foi gentilmente cedida pela concessionária da marca para a grande Porto Alegre, a Motoryama, que é competentemente capitaneada por Rogério Schroeder.

Ao longo destes dias, rodamos quase 700 quilômetros e pudemos sentir o quanto esta moto é forte, ágil, rápida e atraente na cidade.

Yamaha MT-03-06

A MT-03 ainda é pouco vista pelas ruas e, por causa disto, causa muita atração por onde passa. O visual extremamente moderno e recortado desta “naked” que representa o melhor estilo “street fighter”, moto concebida para a briga das ruas, atrai os olhos de quem a vê passar e chega a fazer alguns pararem só para admirá-la quando a vêem estacionada.

Invariavelmente, a pergunta que é feita a respeito dela quando estávamos por perto era “Que moto é esta?”.

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A MT-03 não é uma moto que esteja sendo oferecida em grande número nas concessionárias da Yamaha. Além disto, os seus potenciais consumidores ainda não tem bem certo qual o seu posicionamento de mercado. Muitos se surpreendem ao saber que ela é uma moto de 660 cilindradas e ficam confusos ao tentar compará-la com a Hornet da Honda, ou mesmo a FZ6-N da própria Yamaha.

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Na linha de produtos da Yamaha, a MT-03 está um passo antes de se chegar na FZ6-N, não sendo sua concorrente direta, assim como também não é concorrente direta da Hornet da Honda. Na verdade, por enquanto, a MT-03 não tem uma concorrente direta dentro do mercado brasileiro.

A MT-03 é vendida por preço abaixo de 30 mil reais, enquanto a FZ6-N e a Hornet tem preço em torno dos 34 mil. Embora seu motor tenha cilindrada maior (660) do que o motor da FZ6-N e da Hornet (600) sua concepção é totalmente diferente e lhe confere características bem diferenciadas.

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De fato, o motor que a Yamaha empregou na MT-03 é o mesmo utilizado na XT 660R, um monocilíndrico de 4 tempos refrigerado à água com 4 válvulas e comando OHC. Os motores da FZ6-N e da Hornet são de 4 cilindros em linha e comando DOHC.

Por ser equipada com este propulsor a MT-03 herdou todas as excelentes características de força e agilidade em baixas rotações que a XT 660R consagrou. Numa arrancada em um farol há de se ter cuidado para não fazer a moto empinar, pois ela é responde na hora a qualquer acionamento do acelerador.

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Quando está andando devagar, a MT-03 aceita ganhar velocidade a partir de praticamente qualquer marcha, basta acelerar, ouvir o motor roncar e, logo em seguida, a moto já está bem rápida.

O nível de ruído e vibração do motor é típico de um monocilindro de grandes dimensões. Quem está acostumado com uma moto de quatro cilindros vai estranhar um pouco no início, mas logo se acostuma.

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Quem está acostumado com motor de um ou dois cilindros de menor cilindrada não vai acreditar na força que este motor despeja na roda traseira.

Aliado à “usina de força” que é o motor da MT-03, seu quadro compacto e curto lhe proporciona extrema manobrabilidade e agilidade para enfrentar o tráfego urbano.

Yamaha MT-03-10

Às vezes, a gente até esquece que ela é uma moto de médio porte, pois ela possibilita driblar com rapidez e facilidade os obstáculos mais apertados que se vê pela frente. O posicionamento do piloto, que é bem avançado, combinado com uma frente muito retraída dá grande visibilidade do asfalto logo à frente da moto.
Como é uma moto mais pesada e com um único grande cilindro, seu consumo não é o seu ponto alto, mas, para seu tipo, não decepciona. Durante o teste que realizamos a MT-03 alcançou o melhor nível de consumo com 22,3 Km/l e sua pior marca foi de 18,7 Km/l.

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Como tem muita força, estar com garupa ou a carga que ela leva não chega a ser um fator tão relevante, mas em estradas, por ser uma “naked”, sem carenagem ou parabrisa, a resistência imposta pelo vento é bem sentida.
Na estrada, a MT-03 sente a falta de uma sexta marcha, pois seu câmbio é de apenas cinco, reflexo de sua concepção urbana.

Quanto a suspensão e freios, estes estão muito bem dimensionados para qualquer desafio. A MT-03 concilia uma altura do assento ao solo relativamente baixa e, ao mesmo tempo, boa altura da suspensão, o que facilita transpor buracos e subir por sobre obstáculos sem maior dificuldade, ou andar por ruas alagadas, por exemplo. Os freios são a disco nas duas rodas e garantem resposta efetiva quando acionados.

121 MOTOTESTE YAMAHA MT-03

Enfim, a MT-03 é uma moto ideal para quem procura um design e estilo realmente diferenciados, com excelente performance para trafegar nas ruas congestionadas das grandes cidades e, de quebra, prover bom divertimento nas estradas, por um preço mais acessível do que o de outras motos de média cilindrada disponíveis no mercado brasileiro.

A MT-03 é comercializada somente na cor preta e pode ser encontrada na Motoryama, que fica localizada na Av. Farrapos, 3946 (F: 51-3406.4000), em Porto Alegre, ou na Av. Sen. Salgado Filho, 4337 (F: 51-3434.3240), em Viamão, ou ainda na Av. Getúlio Vargas, 6676 (F: 51-3032.4004), em Canoas.
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Especificações Técnicas

Comprimento total = 2.070 mm
Largura total = 860 mm
Altura total = 1.115 mm
Altura do assento = 805 mm
Distância entre eixos = 1.420 mm
Altura mínima do solo = 200 mm
Peso seco = 174,5 Kg
Motor monocilíndrico de 4 tempos , OHC, refrigerado a água, 4 válvulas
Cilindrada = 660 cc
Diâmetro x curso: 100,0 x 84,0 mm
Taxa de compressão = 10,0:1
Potência: 48 cv a 6.000 rpm
Torque: 5,95 kgf.m a 5.250 rpm
Capacidade do óleo do motor 3,4 litros
Capacidade do tanque de combustível (reserva): 15 litros
Alimentação: Injeção Eletrônica Denso
Câmbio: 5 velocidades, engrenamento constante
Quadro: ”diamond”
Pneu dianteiro = 120/70 – 17
Pneu traseiro = 160/60 - 17
Freio dianteiro: Disco flutuante de 298 mm de diâmetro, acionamento hidráulico
Freio traseiro: Disco de 245 mm de diâmetro, acionamento hidráulico
Suspensão dianteira: Garfo telescópico, mola e óleo
Suspensão traseira: Braço oscilante, monocross
Curso da suspensão dianteira 130 mm
Curso da suspensão traseira 120 mm
Painel de Instrumentos com Mostrador analógico para as rotações do motor e LCD com indicações da velocidade, combustível, temperatura, hodômetro parcial e total e luzes espias..


ESPERO QUE ESTEJAM GOSTANDO DO MEU BLOG...BJUSS!! ReNaTa